Archive for 22/07

Curso BIM

Numa organização conjunta entre a Ordem dos Engenheiros, a Universidade do Minho, o Instituto Superior Técnico e a Universidade do Porto, será realizada a segunda edição do curso de Building Information Modeling (BIM) com início em Outubro de 2014 e decorrendo em Lisboa e Porto. O curso destina-se a empresas/profissionais e estudantes interessados na implementação de metodologias colaborativas BIM nos processos produtivos da indústria AEC (Arquitetura, Engenharia e Construção).

Para informação detalhada sobre conteúdos e inscrições, visite: www.cursobim.com

BIM

Vídeo da queda de viaduto em Belo Horizonte

Um viaduto desabou na  passada quinta-feira em Belo Horizonte (Brasil), provocando a morte de pelo menos duas pessoas e ferimentos em 19.

A obra fazia parte das estruturas principais do Mundial, mas ainda não estava acabada. Fazia parte desta obra o viaduto e uma avenida.

O momento da queda ficou registado em vídeo:


Prédio de 30 andares é construído em 15 dias

predioUm prédio de 30 andares construído em apenas 15 dias, na província de Hunan, na China, é a nova façanha de uma construtora chinesa China Broad Group. A empresa, que já tinha erguido um edifício de 15 andares em uma semana, multiplicou o desafio por dois e bateu novo recorde, graças a tecnologias mais ecológicas.

O edifício de 17.000m², um hotel cinco estrelas inaugurado em dezembro de 2011, foi construído tão rapidamente por conta de secções pré-fabricadas e encaixadas numa estrutura de aço, evitando desperdício de energia e de materiais.

Por terem sido fabricadas sob medida, as placas reduziram o tempo de obra e ainda diminuíram em seis vezes a quantidade de cimento normalmente usada numa construção deste porte – o material cerâmico é responsável por altas emissões de CO2 na atmosfera. Além de económico e mais sustentável, o prédio é seguro e preparado para sismos de até 9 pontos da escala Richter.

A empresa pretende usar os mesmos métodos ecológicos para levantar outros 150 prédios nos moldes do hotel chinês.

Abaixo o vídeo que mostra o processo de construção do prédio:

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Ordem dos Engenheiros considera inaceitável atuação da ACT na barragem do Tua

Ordem dos EngenheirosFernando de Almeida Santos garantiu que a Ordem tem tido o cuidado de visitar as poucas obras de alguma dimensão que estão a ser feitas em Portugal, e que a de Foz Tua “tem exemplos de segurança únicos na Europa”.

O presidente da região Norte da Ordem dos Engenheiros insurgiu-se hoje contra a atuação da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) na barragem do Tua, defendendo que a obra é exemplar ao nível da segurança na construção.

A posição de Fernando de Almeida Santos surge na sequência da ação inspetiva realizada, na terça-feira, pela ACT em Foz Tua, com a participação do diretor-geral Pedro Pimenta Braz, que deu conta de que foram feitas 30 notificações e levantados vários autos por falhas de segurança e outras irregularidades detetadas nos estaleiro.

“Fico absolutamente apreensivo com este ato de publicidade feito pelo nosso inspetor-geral do Trabalho, não é mais do que um ato de publicidade e de autopromoção nas televisões todas”, declarou à Lusa o dirigente regional da Ordem dos Engenheiros (OE), que classificou a atuação da ACT de “inaceitável.

Fernando de Almeida Santos garantiu que a Ordem tem tido o cuidado de visitar as poucas obras de alguma dimensão que estão a ser feitas em Portugal, e que a de Foz Tua “tem exemplos de segurança únicos na Europa”.

“Todas as vinte e tal anomalias que foram detetadas, são anomalias menores e foram corrigidas no momento”, defendeu, alegando que as falhas não têm comparação “com aquilo que de bom está em obra”.

O representante dos engenheiros indicou que “cerca de três por cento do valor do custo da obra é gasto em segurança na construção” nesta barragem em que a EDP está a investir mais de 300 milhões de euros.

Fernando de Almeida Santos questionou as “habilitações técnicas” dos inspetores de trabalho para inspecionarem atividades de engenharia, argumentando que “um inspetor tanto entra a verificar uma obra como uma unidade industrial, um comércio ou uma instalação hospitalar”.

A OE acusou ainda a ACT e a tutela governamental de “não terem a coragem política e técnica de rever um regulamento de segurança na construção, que está mais do que obsoleto, esta em vigor desde 1958”.

Fernando de Almeida Santos exortou ainda a ACT a “forçar a saída da lei”, aguardada há uma década, sobre a classificação dos coordenadores de segurança.

Portugal é o único país da Europa que não tem essa qualificação definida, segundo disse.

Para o presidente da zona Norte da OE “situações de autopromoção são desnecessárias” e lamenta que a ACT não “releve pela positiva o muito esforço, o muito que tem sido feito a bem pelos agentes, pela engenharia na segurança” daquela obra.

A construção da barragem de Foz Tua, em Trás-os-Montes, registou quatro acidentes com quatro mortos e oito feridos, em três anos de obra com conclusão está prevista para 2016.

O inspetor-geral da ACT, Pedro Pimenta Braz, adiantou, na terça-feira, que estas ações inspetivas são para continuar, numa altura em decorre o pico da obra, com cerca de 600 trabalhadores, e os riscos aumentam, nomeadamente o perigo de queda em altura com a construção do paredão.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela Agência Lusa