Archive for 04/07

Atenção: 110 vagas na Mota-Engil!!!

A Mota-Engil, maior empresa de construção do país, lançou programa de trainees com 110 vagas. Esta é a 7ª edição do seu programa para Trainees, designado Star@ME.

“Num contexto de crescimento, o Grupo Mota-Engil procura atrair, identificar e seleccionar jovens com elevado potencial e ambição para abraçar novos desafios, oferecendo um conjunto de oportunidades de emprego em diversas áreas e em diferentes países”, pode ler-se num comunicado.

Os trainees terão uma experiência de trabalho no terreno e ainda um plano de formação em sala, complementado com um programa de ‘mentoring’ com profissionais seniores do Grupo Mota-Engil.

Os candidatos deverão ter Licenciatura e/ou Mestrado nas áreas de: Engenharia Civil, Engenharia Mecânica, Engenharia Eletrotécnica, Engenharia de Minas, Engenharia Geotécnica e Geoambiente, Engenharia Geológica, Engenharia do Ambiente, Engenharia e Gestão Industrial, Engenharia Topográfica, Economia/Gestão, Contabilidade, Arquitectura e Recursos Humanos.

As candidaturas podem ser feitas através deste link.


Mota-Engil ganha obras de 138 milhões

 

 

 

 

 

 

 

A Mota-Engil anunciou a assinatura de “dois contratos para a reabilitação e manutenção de cerca de 340 quilómetros de estrada, no Uganda”, revela a empresa em comunicado emitido para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Estes contratos serão celebrados com a Mota-Engil África e serão “financiados pelo Banco Mundial”, adianta a mesma fonte.

No total, o valor dos contratos ascende a 138 milhões de euros. As obras “decorrerão entre Tororo e Kamdini, duas localidades na região central do país.”

“Com esta adjudicação, a Mota-Engil reforça a sua carteira de encomendas no médio prazo, continuando a diversificar o portefólio de obras na região de África”, adianta o comunicado.

Há um projecto português na shortlist do maior evento internacional de arquitectura

O edifício “Metamorphosis”, sede para Angola da construtora portuguesa Conduril Engenharia S.A, está entre os projectos seleccionados para os prémios do “World Architecture Festival 2018”, considerado o maior evento internacional de arquitectura. Nomeado na categoria de edifícios de uso misto, o projecto candidato é da autoria do atelier de arquitectura da unidade de franchising MELOM Power.

A equipa de projectistas da MELOM Power estará presente em Amesterdão para apresentação do projecto no evento internacional de arquitectura, que terá lugar de 28 a 30 de Novembro, competindo pelo prémio final da categoria e igualmente para a nomeação para “World Building of the Year”, ao lado de grandes nomes da arquitectura mundial como Zaha Hadid Architects, OMA, Big, MK27 e EAA-Emre Arolat Architecture.

Erguido na cidade de Luanda, corporizado sob o lema da construtora ‘”ligado ao passado, projectado para o futuro”’, o edifício “Metamorphosis” tem cerca de 6.500 m2 de área bruta que albergam as mais diversas funções essenciais à prática da empresa no país, nos pisos que o compõem. Desenvolvido pela MELOM Power como objecto urbano promotor de mudança, o edifício a concurso encontra-se instalado sobre um parque urbano construído acima da cota original do terreno, que cria um embasamento funcional e possibilita que o lote ‘saia da sombra’ causada pelos edifícios vizinhos, ao mesmo tempo que permite aos utilizadores a vivência terrena e o contacto com a natureza numa cidade preenchida de construção em massa e com poucos espaços exteriores qualificados.

É ainda conceito e parte integrante do processo, a transposição do parque urbano para os pisos superiores, através de jardins verticais e pátios que povoam a volumetria e são parte integrante da estrutura do edifício, trazendo a vegetação para a construção em altura.

A unidade MELOM Power, sediada no Porto conta com uma equipa com 10 anos de experiência na elaboração e gestão de projectos no mercado da remodelação, reabilitação, reconstrução e construção de imóveis, fazendo parte da rede líder de obras em Portugal.

Veja algumas fotos do edifício:

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Reconversão de edifício do século XIX dá lugar a habitação e comércio na Baixa do Porto

Projecto de reabilitação urbana prevê casas com áreas para venda entre os 47m2 e os 99m2 e para arrendar entre 80m2 a 136m2, bem como duas lojas comerciais no rés-do-chão com 75m2 e 139m2.

O edifício mandado construir no início da segunda metade do século XIX pelo Professor Doutor Adriano de Paiva de Faria Leite Brandão,1.o Conde de Campo Bello, pioneiro da Telescopia Eléctrica, está a ser reconvertido no empreendimento Casa das Oliveiras.

Localizado no número 3 do Largo Alberto Pimentel, em Cedofeita, uma das artérias mais emblemáticas do Centro Histórico do Porto, o projeto, autoria da Arquitecta Isabel Vincke, preserva a identidade do imóvel orientado agora para habitação e comércio. A comercialização está a cargo da Predibisa, consultora imobiliária especializada no norte do país.

Composto por oito apartamentos, distribuídos por quatro pisos, o edifício dispõe de apartamentos T0, T1, T2, T2 Duplex e T3, cinco deles disponíveis para venda e três para arrendamento. As áreas totais das habitações para venda oscilam entre os 47m2 e os 99m2, com preços a partir de 229 mil euros. Por sua vez, as casas para arrendar têm áreas compreendidas entre 80m2 e os 136m2. Os dois espaços situados no piso térreo têm como fim a actividade comercial e agregam áreas de 90m2 e 139m2.

De construção tradicional, o edifício apresenta todas as características de um prédio do Porto do século XIX, com fachadas e paredes de meação em alvenaria de pedra, estrutura dos pisos em travejamento de madeira revestido a soalho maciço e escadaria central em madeira. Dado o bom estado de conservação, o projecto de reabilitação prevê a conservação da traça original do edifício, adaptando-o agora ao conforto de habitação moderna, próprio para famílias, com jardim privativo e possibilidade de estacionamento. Está enquadrado numa zona fortemente comercial e caracterizada pela modernização nos últimos anos, fruto da incidência de outros projectos de reabilitação, que têm acrescentado valor à paisagem urbana envolvente.

Para Madalena Macedo Pinto, responsável Predibisa pelo negócio “Casa das Oliveiras é um produto imobiliário singular. Trata-se de um projecto de reabilitação em pleno coração do Porto, que combina herança histórica com oferta residencial contemporânea. A centralidade, o cuidado que envolveu toda a reconversão do edifício e a exclusividade dos apartamentos, fazem desta uma excelente oportunidade de investimento no Porto, uma cidade cada vez mais cosmopolita”. A consultora acrescenta ainda que “uma oferta cultural e de lazer diversificada, a proximidade de valências como zonas de comércio, serviços, equipamentos de ensino e rede de transportes públicos, fazem desta a morada ideal para quem pretende viver ou investir na Baixa, nomeadamente famílias e casais jovens ou até mesmo estrangeiros temporariamente deslocados em trabalho”.

Empresas de Braga estão a contratar para para Lisboa, Porto e Estrangeiro

O Grupo ABB (Alexandre Barbosa Borges), empresa com sede em Braga, está à procura de engenheiros civis para Porto e Lisboa. Eis o perfil pretendido:

Director de Obra (Porto e Lisboa) :

  • Mestrado/Licenciatura em Engenharia civil;
  • Experiência entre 3 e 5 anos em direção de obra de construção civil;
  • Conhecimentos de Autocad, CCS, Project e Office;
  • Carta de condução obrigatória;
  • Elevado sentido de responsabilidade e organização;
  • Orientação para o cliente;
  • Zonas de Lisboa e Porto;
  • Disponibilidade imediata.

Há também vagas para Eng. Mecânico, Orçamentista, Encarregado, entre outros.

Saiba mais clicando na foto com nome da empresa.

 

A empresa Casais, também com sede em Braga também tem muitas vagas disponíveis. Para engenheiros civis há as seguintes oportunidades para os seguintes perfis:

Director de Obra (Lisboa)

Requisitos:
Formação superior em Eng. Civil;
Inscrito Ordem Engenheiros;
Experiência no mínimo de 3 anos na função;
Residência em Lisboa (preferencial);
Espírito de iniciativa e rigor profissional;
Organizado, grande foco no cumprimento de objectivos
Disponibilidade imediata

 

Director de Obra Cofragens (Lisboa)

Requisitos:

Formação superior em Eng. Civil
Experiência no mínimo de 5 anos, idealmente em cofragens e estruturas de betão
Residência em Lisboa (preferencial)
Elevada flexibilidade e facilidade na comunicação;
Foco no cumprimento de objectivos
Disponibilidade para deslocações nacionais (Lisboa e Algarve)

 

Director de Mercado (Alemanha)

Requisitos:
– Formação superior em Engenharia Civil
– Experiência profissional no sector da construção civil na Direcção de Obra no mínimo de 5 a 10 anos
– Conhecimentos na área das estruturas de cofragem e betão
– Forte apetência comercial
– Fluente em alemão (falado e escrito) – Obrigatório
– Bons conhecimentos de inglês
– Bons conhecimentos de Excel, Project e AutoCad
– Capacidade de comunicação e interacção com clientes
– Disponibilidade para residir na Alemanha num projecto de médio/longo prazo

 

Director de Mercado (Argélia)

Requisitos:

– Formação superior em Engenharia Civil;
– Experiência profissional no sector da construção civil e obras públicas no mínimo de 10 anos;
– Conhecimentos na área das empreitadas gerais;
– Forte apetência comercial;
– Fluente em francês (falado e escrito);
– Excelente capacidade de comunicação e de relacionamento interpessoal;
– Excelente capacidade de liderança, gestão de equipas e conflitos;
– Boas competências de planeamento e de gestão de tempo e de prioridades;
– Sólidas competências técnicas e financeiras (orçamentação e controlo de custos);
– Bons conhecimentos de informática na ótica do utilizador Microsoft Office e MS Project;
– Disponibilidade para residir na Argélia num projecto de médio/longo prazo.

 

Director de Obra Estruturas Metálicas (Angola)

Requisitos:
Formação superior em Eng. Civil ou Eng. Mecânica
Inscrito Ordem Engenheiros
Experiência mínima de 2 anos em orçamentação e direção de obra de serralharias de ferro e aço inox, estruturas metálicas e revestimentos metálicos
Espírito de iniciativa e rigor profissional
Conhecimentos de Ferramentas MS Office, AutoCad, MsProject
Bons conhecimentos de inglês
Organizado, grande foco no cumprimento de objetivos
Interesse em carreira internacional a médio longo prazo

 

Saiba mais clicando na foto com nome da empresa.

 

Obra de 134 Milhões de euros em Portugal

O Primeiro-Ministro vai lançar esta segunda feira concurso para aquela que será a maior obra deste mandato: a requalificação do IP3.

Estas tão reclamadas obras de melhoria na ligação rodoviária entre Viseu e Coimbra no IP3 servirão  para acabar com os elevados índices de sinistralidade rodoviária desta via.

Esta via não será portajada nem sequer concessionada.

A duplicação que iria ser necessária para dotar o traçado com duas vias em cada sentido não poderá ser executada em todos os 75 quilómetros de extensão do percurso, pelo que só 85% deste ficará com perfil de auto-estrada. Mesmo assim, os estudos do governo apontam para uma expressiva redução da sinistralidade e para uma diminuição do tempo de percurso na ligação entre Coimbra e Viseu, que hoje se faz em 65 minutos, em cerca de 22 minutos.

Vai ser feito o lançamento do primeiro concurso para a empreitada de reabilitação do primeiro de três troços, e que implica a intervenção em cerca de 14 quilómetros, entre o Nó de Penacova e a Ponte do rio Dão /Nó da Lagoa Azul. Para as obras neste primeiro troço (que deverão arrancar no primeiro semestre de 2019) o orçamento previsto é de 15 milhões.

Será também anunciado o concurso para a execução da duplicação da via entre Coimbra (Souselas) e Viseu.

O investimento global da obra será de 134 milhões de euros. E o primeiro troço a avançar é aquele que não vai beneficiar da duplicação da faixa. por razões orográficas.

De acordo com o projecto da Infraestruturas de Portugal, cerca de 3% do traçado do “novo” IP3 vai manter o perfil de apenas uma via em cada sentido. Cerca de 12% do traçado terão um perfil 2×1, ou seja, terão em algumas faixas, duas vias de circulação, e uma na outra. A velocidade de circulação permitida não poderá ultrapassar os 90 quilómetros/hora.