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Afinal faltam engenheiros ou estão todos a brincar às notícias?

Em 2015, o DN publicou uma notícia que dava conta da baixa empregabilidade do curso de engenharia civil.

Nesse artigo, o Bastonário da Ordem dos Engenheiros alertava que com «”os indícios de que a construção civil está a evoluir positivamente”, poderá, a médio prazo, existir falta de profissionais em Portugal.»

Em 2017, mais propriamente há 7 meses, o DN publica nova notícia em que o curso de engenharia civil continua destacado nesse indicador.

O Bastonário volta a confirmar a informação e lança novo alerta relativo à falta de profissionais a médio prazo. «”Houve uma diminuição de cursos substancial, talvez em demasia. De tal forma que um dia destes vamos ter défice de engenheiros civis e vamos ter de importá-los.”»

A preocupação do Bastonário é compreensível: as faculdades reduziram o número de vagas em Engenharia Civil, porque o curso tinha baixa empregabilidade e consequentemente menor procura. Menos profissionais, menos quotas, menos poder.

Não é por isso novidade nenhuma que o coordenador do Colégio de Engenharia Civil da Ordem dos Engenheiros da Região Norte, contactado ontem pelo Jornal de Notícias, tenha novamente dito que “em breve, vamos estar a importar mão-de-obra e a abrir o mercado da construção civil a empresas estrangeiras”.

Sempre foi este o discurso da Ordem, mesmo tendo em conta que de 2015 para 2017 o cenário de empregabilidade não se alterou, continuando a ser um curso destacado pela negativa nesse aspecto.

O que é estranho é o Jornal de Notícias – jornal do mesmo grupo que o Diário de Notícias – transformar o que é um discurso corporativo na manchete “Portugal tem falta de engenheiros civis”.

Temos? Então e os engenheiros civis que saíram diretos para o desemprego nos últimos anos? Já estão todos empregados e ninguém noticiou?

Para os licenciados em Engenharia Civil no desemprego – ou para aqueles a ganhar pouco mais que o salário mínimo – esta é certamente uma notícia inesperada.

Não sabemos se esta notícia é um favor à Ordem dos Engenheiros ou apenas mais um exemplo de um título criado na hora sem qualquer preocupação de rigor. Não sabemos nem podemos perguntar, porque a notícia nem vem assinada.

O que é certo é que nem sequer a Ordem dos Engenheiros vai tão longe: mantém sempre o discurso do “em breve”, que já vem de 2015.

Para o JN, contudo, foi suficiente para declarar a falta de engenheiros civis em Portugal.

Aumentem-se as vagas! Acorram aos cursos! Em 2018, cá estaremos para ler a notícia do DN sobre a empregabilidade do curso de engenharia civil.

Links:

DN 2015: https://www.dn.pt/…/engenharia-e-arquitetura-sao-os-cursos-…

DN 2017: https://www.dn.pt/…/engenharia-civil-e-psicologia-sao-os-cu…

JN 2017: https://www.jn.pt/…/portugal-tem-falta-de-engenheiros-civis…

Texto retirado da página de Facebook “Truques da Imprensa Portuguesa”

 

 

Ordem denuncia ofertas de emprego com retribuições salariais desadequadas

“Ordem dos Engenheiros (OE) tem vindo a acompanhar de perto a publicitação de anúncios para recrutamento de engenheiros, aos quais é oferecido, como contrapartida remuneratória, o salário mínimo nacional ou valores pouco superiores.
Tratando-se de uma situação grave, completamente inaceitável e atentatória do bom nome e do prestígio que a profissão de Engenheiro sempre ocupou na Sociedade, por via da responsabilidade que lhe é exigida e do nível de competências que os seus profissionais têm que reunir, a OE denunciou a situação juntos dos órgãos oficiais do Estado e fez chegar aos membros do Governo, a todos os Grupos Parlamentares, ao Regulador e a muitas entidades patronais, alertas sérios sobre o tema, pedindo tomadas de posição firmes que concorram para a justa reposição dos estatutos profissionais destes técnicos altamente qualificados.
A situação é tanto mais absurda quanto, em vários destes anúncios, constam, como fatores eliminatórios, a experiência, formações especializadas e conhecimentos em tecnologias avançadas específicas. É-o também porque à prática dos Atos de Engenharia está associado um elevado nível de responsabilidade perante os cidadãos e a resolução de problemas técnicos de grande complexidade. A Engenharia é uma profissão de confiança pública, cuja missão reside na garantia da segurança das pessoas e bens. Esta condição não é, de modo algum, compaginável com as ofertas salariais que têm vindo a público.
Muito embora a Ordem não tenha jurisdição para definir ou estabelecer valores remuneratórios, estando-lhe, inclusivamente, vedado por Lei o exercício de funções sindicais, de acordo com o n.º 2 do artigo 5.º da Lei 2/2013, de 10 de janeiro (Lei que regula a criação, organização e funcionamento das Associações Públicas Profissionais), esta Associação Profissional e os seus membros dirigentes não podem ignorar a tentativa de dumping salarial, com refúgio no argumentativo da crise financeira, que está a ser eficazmente aproveitada por várias organizações nacionais.
Recorde-se que, aquando da publicação do novo Código dos Contratos Públicos (CCP), a 31 de agosto deste ano, a Ordem teceu críticas acesas ao legislador precisamente por não terem sido consideradas as medidas por si propostas e que travariam o dumping salarial que o articulado do Código permite.
A Ordem dos Engenheiros está altamente empenhada em continuar esta trajectória de alerta junto dos órgãos competentes do Estado, bem assim como junto das empresas que mais engenheiros necessitam nos seus quadros, de modo a contribuir para a revisão e reversão deste problema.”
Fonte:www.ordemengenheiros.pt

Grupo Elevo vendido por 90 Milhões de Euros

A Nacala Holding, empresa detida por dois antigos quadros da Mota Engil Africa, Gilberto Rodrigues e Pedro Antelo, respectivamente CEO (executivo) e CFO (financeiro), é a nova dona do grupo Elevo, o conglomerado de empresas de construção que era o principal activo sob gestão do fundo de consolidação Vallis Construction. A transacção foi anunciada como tendo um valor global de cerca de 90 milhões de euros, entre aquisição de acções, aumento de capital e compra de créditos.

Salário do Eng. Civil – Prespectiva do Construtor

“Sou engenhesalarioiro, mas vou deixar aqui a perspectiva do construtor civil, cargo que exerci também:
– Em 1º lugar, as empresas de construção são privadas. Embora haja contratos colectivos de trabalho para o sector da construção, é preciso compreender que ser engenheiro civil não é ser funcionário público. Comecei por este ponto porque infelizmente deparo-me como muita gente que acha que só porque obteve uma licenciatura e/ou fez um curso numa universidade estatal, já lhe confere um estatuto de VIP ou funcionário público.
– Em 2º lugar, é preciso aceitar que quantos mais engenheiros, mais oferta existe, logo as remunerações são afectadas.
– Em 3º lugar, os engenheiros e as respectivas associações representativas também deviam exigir que os preços praticados na construção fossem devidamente actualizados. Os preços que hoje são orçamentados são iguais ou inferiores aos de 10 anos atrás… assim é dificil aumentar os trabalhadores, incluindo os engenheiros civis. Ninguém faz nada, só pensam em actualizar salários, fazer formações, fazer conferencias, etc.
– Em 4º lugar, o SMN quando aumenta afecta prioritariamente os trabalhadores que recebem o SMN, ou seja serventes. A margem das empresas para aumentar engenheiros é muito reduzida, pois o SMN é actualizado todos os anos, afectando a massa salarial.
– Em 5º lugar, em vez de andarem só a investir em engenheiros civis, deviam também investir na formação de quadros técnicos intermédios, os chamados encarregados de obra. Há poucos encarregados de obra e esses recebem em geral bem e muitas vezes melhor que os engenheiros civis, porque esses percebem efectivamente de obras, com a vantagem de saberem lidar com os trabalhadores, sendo duros se necessário. Perdi a conta aos milhares de dicas de encarregados de obras, e Às dezenas de acidentes evitados pela experiência e talento de encarregados de obra. Não me admira nada que haja mais engenheiros civis que encarregados de obra… o que não faz sentido…
– Em 6º lugar, quando se paga um salário acima da média a um engenheiro civil, espera-se que ele também seja leal, faça algumas horas extras quando necessário sem andar a exigir sempre pagamento de todos os minutos extra, que durma aqui ou acolá quando necessário, ou aceite as boleias de carrinhas da empresa ou use o seu carro pessoal. Li aqui alguns comentários sobre carros que me fizeram rir. As empresas não são obrigadas a dar carro, e as que dão esperam algo em troca”

Carlos Dias, Texto recebido na caixa de comentários.

Gabriel Couto conquista Senegal e reforça posição na Zâmbia

Cada vez mais a Gabriel Couto se evidencia como uma referência internacional em infraestruturas em países e cidades comprometidas com o desenvolvimento de soluções sustentáveis. A construtora portuguesa acaba de entrar agora no mercado senegalês com um novo projeto internacional e reforça a sua posição na Zâmbia.

Com mais estas duas empreitadas internacionais, a Gabriel Couto vê o seu portfólio de obras reforçado nesta área de projetos de infraestruturas, afirmando-se hoje como uma das maiores empresas portuguesas do sector da construção civil além-fronteiras.

Na sequência da adjudicação e execução da Empreitada “Mazyopa Drainage Project” em Lusaca, Zâmbia, e no âmbito do Programa de Reabilitação e Melhoria da Rede de Saneamento da cidade de Lusaca, promovido pela a Lusaka Water and Sewerage Company (LWSC), a Gabriel Couto acaba de celebrar mais um Contrato com este promotor público para a execução de um novo projeto que visa melhorar o acesso aos serviços de saneamento público, o qual será implementado ao longo de um ano e deverá conectar mais de 2.000 novos clientes na cidade de Lusaca.

Na cerimónia de assinatura em Lusaca, Sylvester Mashamba, diretor da LWSC, referiu que este programa é o primeiro passo para a implementação do plano de saneamento desenvolvido em 2011 para a cidade de Lusaca. Este responsável da LWSC recordou ainda que, as obras no âmbito deste contrato são parte de um amplo projeto levado a cabo pela  Lusaka Water Supply, Sanitation and Darinage (LWSSD), empresa pública de abastecimento de água, saneamento e drenagem de Lusaca, e que este projeto global, cujo investimento total ascende a US$ 240 milhões (cerca de 223 milhões de euros) a serem investidos num período de cinco anos, é financiado pelo Banco Mundial, Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), Banco Europeu de Investimento e Kreditanstalt fur Wiederaufbau (KfW), assim como pelo governo dos EUA através do Millennium Challenge Corporation (MCC) em parceria com o governo da República da Zâmbia.

«A cidade de Lusaca atravessa uma crise de saneamento que ceifa vidas através de surtos anuais de cólera, febre tifoide e disenteria e causa grave poluição ambiental, especialmente em áreas suburbanas onde o acesso aos serviços de saneamento é inadequado», observou o diretor da LWSC na cerimónia de assinatura do Contrato.

«Estamos confiantes de que quando este projeto chegar ao fim, a qualidade de vida da população de Lusaca vai melhorar», concluiu Sylvester Mashamba. Rui Dias, diretor financeiro da Gabriel Couto na Zâmbia, por seu turno, prometeu fazer tudo por tudo para garantir que as obras em questão sejam concluídas no prazo contratualizado.

Quase em simultâneo, esta construtora portuguesa acaba de ganhar um outro projeto internacional, agora no Senegal, para trabalhos de desenvolvimento, reabilitação e beneficiação de cerca de 15,5 km de estradas urbanas pavimentadas que ligam a cidade de Dakar à estrada de Niayes, no âmbito do financiamento adicional do PATMUR (Projecto de Apoio ao Transporte e à Mobilidade Urbana).

Esta nova empreitada adjudicada à Gabriel Couto referente à Reabilitação das Vias Adjacentes à Estrada de Niayes, em Dakar, Senegal, totaliza um investimento superior a oito milhões de euros, e terá um prazo de execução global de 24 meses. Desta forma, a Gabriel Couto mantém-se focada na inovação e na excelência, continua a apostar na vanguarda com a engenharia como motor de inovação e desenvolvimento, e vê, com estas empreitadas, o seu portfólio de obras internacionais reforçado nesta área de projetos de infraestruturas, afirmando-se hoje como uma das maiores empresas portuguesas do sector da Construção Civil a nível Internacional.

Gabriel Couto Ganha Obra de 85 Milhões USD

A Gabriel Couto, no âmbito da diversificação geográfica que tem vindo a seguir, assinou recentemente o contrato “Construcción de las Obras para la Rehabilitación de la Carretera de Occidente”, obra a executar na região de Copán, Honduras, na América Central.

Os contratos dos dois tramos do projeto de reabilitação, de US $85 milhões, assinados com a “Secretaría de Infraestructuras y Servicios Públicos (Insep) ” das Honduras, correspondem a uma extensão de 82 Km.

Esta nova expansão geográfica segue a estratégia da empresa, já em franca concretização no continente africano, onde em 2016 se realizaram US $ 107 milhões, cerca dois terços do volume de negócios da empresa.

Imozeto Engenharia Lda

“A Imozeto- Engenharia Lda, é uma nova empresa no setor da Construção e uma alternativa de confiança, sejam obras novas ou reabilitações.

Porquê a Imozeto?

Acompanhamos e implementamos, de forma sistemática e rigorosa, projectos que satisfaçam as expectativas de cada cliente, sem contratempos, sem derrapagem orçamental, sem erros e com total clareza na informação. Pretendemos contribuir activamente para a melhoria da construção em Portugal com soluções inovadoras, eficientes e mais económicas.

O que Fazemos?

Actuamos em qualquer fase de uma obra, incluído projeto, propondo um acompanhamento personalizado e integrado de cada projecto, apostando na qualidade do nosso serviço e na satisfação do cliente. Intervencionamos de forma activa nas 4 fases de uma obra mais susceptíveis a erros: Projecto, Execução, Materiais e Utilização.

 

Defeitos de projetos Defeitos de execução
Propomos uma revisão do seu projecto, por forma a conjugar as diversas especialidades e a acautelar a sua compatibilidade. Tudo estará definido no início dos trabalhos, evitando alterações no decorrer da obra e o aumento dos prazos e custos de construção. Acreditamos que fazer bem à primeira, sai sempre mais barato. Por isso mesmo, garantimos um acompanhamento completo durante a execução de todos os trabalhos, certificando a sua conformidade com as normas e as boas práticas da construção.

 

 

 

 

 

Defeitos dos materiais Defeitos de utilização
A qualidade da construção depende directamente dos materiais utilizados. Asseguramos que a sua selecção é realizada com critério e que são aplicados de acordo com as exigências da construção. Assim, a qualidade do seu projeto é garantida. Embora menos frequentes, os defeitos de utilização podem agravar os custos de manutenção. Desta forma, é fundamental que cada cliente conheça aprofundadamente a sua habitação, para que dela possa usufruir de forma correta e duradoura.

 

 

OS NOSSOS PROJECTOS INCLUEM TUDO PARA SI!

 

Porque o seu sucesso será o nosso sucesso, estamos abertos a qualquer desafio no sector da Construção Civil. Conheça-nos melhor em www.imozeto.pt ou por e-mail: geral@imozeto.pt.

 

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Post escrito pela direcção geral da Imozeto. Apresenta também a tua empresa: engenhariaportugal[arroba]gmail [ponto]com

MCA e Mota-Engil estão a contratar!!!

O Grupo MCA (Manuel Couto Alves), a actuar de engenharia, construção civil e obras públicas pretende admitir directores de Obra para Angola.

Pretende-se alguém com mais de 15 anos de experiência. Disponibilidade na área da construção civil e vias de comunicação. Saiba mais clicando na imagem.

 

A Mota-Engil está à procura de Engenheiros Civis para o continente africano, nas seguintes áreas: Rodoviária, Ferroviária, Construção Civil e Hidráulica.

Disponíveis vagas com experiência até 5 anos e com mais de 8 anos.

Saiba mais clicando na imagem.

Conheça os seus antepassados com a GENOMED

Os Testes de ancestralidade permitem conhecer a história dos nossos antepassados pré-históricos. Através da análise do DNA materno e paterno, é possível conhecer as rotas migratórias dos antepassados, situando-os no espaço e no tempo.

Enquanto a Europa estava povoada por grupos de homens nómadas descendentes do período de migração pós-glaciar, deu-se início, há cerca de 9 mil anos, ao período Neolítico. O Neolítico é marcado pela descoberta da agricultura no Próximo Oriente e os povos que dominavam esta nova tecnologia espalharam-se, durante o milénio subsequente, pela bacia do mediterrâneo, chegando à Península Ibérica.

À medida que as primeiras populações humanas se expandiram e se distribuíram por diversas regiões geográficas, foram ocorrendo pequenas variações e mutações no seu código genético. É com base nestes pormenores que o estudo de ancestralidade é feito.

Como posso fazer o teste?

O processo é simples: a partir de uma amostra de saliva, colhida com uma zaragatoa, é possível conhecer o percurso dos ascendentes (da linha materna ou paterna).

Ancestralidade via Materna

O historial por via materna conta-se através do DNA mitocondrial o qual é exclusivamente herdado das mães.

Tanto os rapazes como as raparigas o recebem, mas só as mulheres o passarão aos seus filhos. O estudo permite saber, por exemplo, que antepassados da sua mãe pertenciam aos povos que descobriram a agricultura no Próximo Oriente, há 9 mil anos, e que depois migraram ao longo da bacia do Mediterrâneo até à Península Ibérica.

Ancestralidade via Paterna

O cromossoma Y é próprio dos homens, que o herdam dos seus pais e o transmitem para os seus filhos do sexo masculino.

Com o teste de ancestralidade paterna Genoration, fica a conhecer o seu grupo genético e a distribuição geográfica do mesmo, a nível mundial.

As mulheres podem conhecer os seus antepassados pela via paterna, se recorrerem a uma amostra de DNA do pai, de um irmão ou do irmão do pai.

O relatório consiste num texto explicativo da sua origem genética, com as informações acima descritas, e num mapa com as rotas migratórias.

Após a encomenda receberá em sua casa, por correio, o kit de auto-recolha com instruções. O envio da amostra para o nosso laboratório é assegurado pelo cliente, de modo a que chegue num prazo máximo de 2 dias; após esse período a estabilidade da amostra fica comprometida.

Para efectuar a sua encomenda ou para mais informações, contacte-nos para genoration@genomed.pt ou visite o nosso site www.genoration.com

Genoration é um produto não-clínico da GenoMed, Diagnósticos em Medicina Molecular SA.

genomed

ABB e DST estão a contratar engenheiros civis

A ABB -Alexandre Barbosa Borges está à procura de engenheiros civis para as seguintes funções:

Eng. Civil Projecto

Desenhador/Medidor

Director de Obra Sénior

Director de Obra Infraestruturas

Técnico de Gestão de Qualidade

Orçamentista

Para mais Informações clique na Imagem:

abb

 

A DST – Domingos da Silva Teixeira também está à procura de engenheiros civis para reforçar o seu quadro de pessoal.

Para mais informação clique na imagem.

dst