Ponte que gera Energia Eólica

Arquitectos Italianos projectaram uma estrutura que eles consideram ser a ponte do futuro: uma estrutura que além de permitir a passagem de veículos, permite também gerar energia.

Assim, a “Solar Wind”, projectada por Francesco Colarossi, Giovanna Saracino e Luisa Saracino possui 26 turbinas eólicas que podem produzir 36 milhões de quilowatts por ano.

Além disso, o asfalto é projectado para agregar painéis solares, o que permitia aumentar em mais 11 milhões de quilowatts a energia gerada.

Para completar a obra, teria também um pequeno parque para que quem passasse pela ponte pudesse apreciar a vista.

Gary Russo, o Sinatra da Construção

Gary Russo, empregado da Construção Civil dos Estados Unidos, alcançou o estrelato ao cantar temas de Frank Sinatra e Neil Diamond.

Assim, todos os dias na sua pausa para almoço, vai para a porta do metro da 2nd Avenue fazer o que mais gosta: cantar.

Novo material de construção diminui os gastos associados à regulação da temperatura nos edifícios

Criado por uma equipa de investigadores chineses, o material, que pode ser produzido em diferentes formas e tamanhos, absorve o excesso de calor quando a temperatura sobe e liberta energia térmica quando o termómetro desce no interior dos edifícios.

Os edifícios, nomeadamente através da regulação térmica no seu interior, contribuem de forma significativa para o Aquecimento Global ao exigir o consumo de energia em grandes quantidades, a que estão associadas elevadas emissões de gases com efeito de estufa.

Neste contexto, é de grande importância o trabalho de uma equipa de investigadores chineses da Universidade de Nottingham, que levou à criação de um material de construção com grande poder de regulação da temperatura, que pode diminuir os gastos de energia do parque edificado em 35%.

O material de acumulação de fase não-deformado, non-deformed storage phase material em inglês, tem uma grande capacidade de acumulação de energia a que está associada uma resposta térmica muito rápida.

Na prática, este material, que poderá ser aplicado em paredes ou telhados, actua absorvendo a energia em excesso quando a temperatura excede determinado valor, libertando-a quando o termómetro desce abaixo dessa mesma temperatura.

Isto permite reduzir a necessidade de utilização do ar condicionado, que passa a ter de ser usado apenas para o controlo da humidade do ar e a circulação do ar.

Apresentado custos de produção reduzidos, o material que, pode ser produzido em diferentes formas e tamanhos e até ser pulverizado sobre superfícies, já tem patente na China, sendo o objectivo dos cientistas responsáveis pelo seu desenvolvimento melhorá-lo e torná-lo comercializável.

Fonte: NaturLink

Mota-Engil vai comprar empresa Brasileira

A Mota-Engil, uma das maiores empresas de construção portuguesa (senão mesmo a maior) deverá confirmar a curto prazo a aquisição de uma empresa de construção brasileira de média dimensão, especializada em obras rodoviárias.

Esta aquisição visa a expansão de negócios desta empresa de construção que tem mais de 60 anos de existência.

Esta informação de negociações foi dada Rafael Rossi, director-presidente responsável pelas operações da Mota-Engil no Brasil.

Multimilionário grava nome em ilha privada

O Sheik Hamad Bin Hamdan Al Ahyan, multimilionário (e excêntrico) dos Emirados Árabes Unidos teve a ideia bizarra de colocar o seu nome na sua ilha privada (Al Futaisi). Acabou de anunciar no Facebook a conclusão desta obra.

Consiste na construção de um canal em que se pode ler “HAMAD”, primeiro nome deste sheik. Cada letra tem mais de meio quilómetro de comprimento, sendo que a obra tem na totalidade mais de 3 quilómetros.

A obra pode ser vista no google earth, colocando o nome da ilha (Al Futaisi).

Mota-Engil, Teixeira Duarte e Soares da Costa no TOP 50

As construtoras portuguesas Mota-Engil, Teixeira Duarte e Soares da Costa integram o ‘ranking’ das 50 maiores empresas de construção da Europa, segundo um estudo da consultora Deloitte. Este estudo, intitulado “European Powers of Construction 2010”, concluiu que os três grupos facturaram, em conjunto, 4,3 mil milhões de euros no ano passado, um valor que compara com os 3,8 mil milhões de euros registados em 2008.

Das três construtoras portuguesas incluídas no estudo, que apresenta o ‘ranking anual das 50 maiores empresas europeias de construção baseando-se no volume de negócios, a Mota-Engil é, à semelhança das últimas edições, a melhor classificada.

A Mota-Engil, é a empresa portuguesa em melhor posição (30º), com cerca de dois mil milhões de euros de volume de negócios no ano fiscal de 2010, acima dos 1,8 mil milhões registados em 2008.

Surge depois o grupo Teixeira Duarte, que ocupa a 37.ª posição, com 1,4 mil milhões de euros, face aos 1,3 mil milhões de euros de 2008 e, por fim, na 47ª posição, o grupo Soares da Costa com um volume de negócios de 894 milhões de euros, acima dos 59 milhões de euros de 2008.

O primeiro lugar da tabela é, à semelhança das edições anteriores do estudo, ocupado pela francesa Vinci, com um volume de negócios total de cerca de 33 mil milhões de euros, no ano fiscal de 2010.

Seguem-se a Bouygues (França), a Hochtief (Alemanha), a ACS (Espanha) e a Eiffage (França).

Prevenção de Impactos Ambientais dos Estaleiros de Construção em Centros Históricos Urbanos

Escrito por Armanda Couto e João Couto, dois engenheiros civis formados na Universidade do Minho, o livro “Prevenção de Impactos Ambientais dos Estaleiros de Construção em Centros Históricos Urbanos” pode ser considerado um livro de interesse para todos os engenheiros civis e estudantes de engenharia civil.

Muitos queixam-se que não compram livros porque são caros. No entanto este é um bom exemplo de como isso está errado: custa apenas 5,40€ na Engebook.

Escrito em 2008, compila em 88 páginas um conjunto de considerações para se minimizar os impactos ambientais dos estaleiros de obras em centros históricos.

O seu resumo pode ser consultado aqui.

Índice

1. INTRODUÇÃO
1.1 Considerações gerais
1.2 Impactos negativos provocados pelos estaleiros de construção
1.2.1 Produção de resíduos
1.2.2 Lamas nos arruamentos
1.2.3 Produção de poeiras
1.2.4 Poluição da água e do solo e danificação das redes de drenagem
1.2.5 Danificação de vegetação arbórea
1.2.6 Impacto visual
1.2.7 Ruído
1.2.8 Aumento do volume de tráfego e ocupação da via pública
1.2.9 Danificação do espaço público

2. MEDIDAS DE PREVENÇÃO E MINIMIZAÇÃO DOS IMPACTOS DOS ESTALEIROS
2.1 Generalidades
2.2 Relacionamento entre intervenientes da obra e população
2.3 Produção de resíduos e sua minimização
2.3.1 Fontes e causas da produção de resíduos
2.3.2 Porquê minimizar a produção de resíduos
2.3.3 Hierarquia de gestão dos resíduos
2.3.3.1 Redução da produção de resíduos
2.3.3.2 Reutilização dos materiais
2.3.3.3 Reciclagem
2.3.4 Demolição selectiva
2.3.5 Medidas para a minimização dos resíduos nos estaleiros
2.4 Lamas nos arruamentos
2.4.1 Porquê prevenir as lamas nos arruamentos
2.4.2 Como minimizar as lamas nos arruamentos
2.5 Produção de poeiras
2.5.1 A importância da minimização das poeiras
2.5.2 Medidas de controlo das poeiras
2.6 Poluição das águas e do solo e danificação das redes de drenagem
2.6.1 A importância da prevenção
2.6.2 Medidas preventivas da poluição das águas e do solo e danificação das redes de drenagem
2.7 Protecção das árvores
2.7.1 A importância da árvore no meio urbano
2.7.2 Como proteger as árvores
2.8 Impacto visual
2.8.1 A importância do impacto visual
2.8.2 Medidas para a sua minimização
2.8.3 Outras medidas para a minimização do impacto visual das obras
2.9 Ruído
2.9.1 A importância da prevenção do ruído
2.9.2 Medidas que visam a prevenção do ruído emitido pelos estaleiros de construção
2.9.3 Como prevenir o ruído nos estaleiros de construção
2.10 Aumento do volume de tráfego e ocupação da via pública
2.10.1 Porquê minimizar estes impactos
2.10.2 Medidas de minimização
2.11 Danificação do espaço público
2.12 Outras medidas preventivas
2.12.1 Redução do peso das construções
2.12.2 Utilização de tecnologias adequadas de contenção de terras
2.12.3 Utilização de sistemas de contenção de fachadas
2.12.4 Utilização de sistemas pré-fabricados
2.12.5 Planeamento e preparação da obra adequados

BIBLIOGRAFIA

Oficialmente à Procura de Emprego

Finalizado o Mestrado Integrado em Engenharia Civil, encontro-me neste momento disponível para embarcar para um novo desafio: o competitivo mundo do trabalho.

Assim, venho por este meio manifestar a minha disponibilidade para ingressar numa empresa para realizar estágio.

Algumas Informações:

Universidade: FEUP

Opção 5º ano: Construções Civis

Disciplinas 5º Ano: Direcção de Obras; Fiscalização de Obras; Manutenção e Reabilitação de Edifícios; Patologia e Reabilitação de Edifícios; Instalações de Edifícios; Acústica Ambiental e de Edifícios;

Disponibilidade Geográfica: Total. Disponibilidade para trabalhar em qualquer zona de Portugal ou Estrangeiro;

Para mais informações é favor contactarem pelo e-mail de contacto habitual: engenhariaportugal[arroba]gmail[ponto]com ou utilizem o formulário de contacto aqui. Enviarei o meu Curriculum Vitae assim como darei todas as informações que sejam necessárias.

Obrigado!

15 trabalhadores para tapar um buraco

Podia ter sido filmado em Portugal. No entanto, o caso passou-se na Bélgica.

A Ponte Salazar em 1966