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Programa Internacional de Trainee Andrade Gutierrez 2013

Estão abertas até dia 15 de Agosto as inscrições para o Programa Internacional de Trainee Andrade Gutierrez 2013.

O programa Internacional Trainee AG forma jovens profissionais para que tenham a visão estratégica e sustentável dos negócios, de forma a conhecer a empresa globalmente e contribuir para a visão de futuro.

O Grupo busca pessoas ambiciosas, audaciosas e que tenham mobilidade e interesse pela diversidade cultural, pois os trainees vivenciarão experiências de diversas culturas e transitarão em todas as áreas e negócios da organização.

Pré-requisitos do trainee na AG:

• Ter acabado o curso entre Dezembro de 2010 e Dezembro de 2012;
• Experiência internacionais (Erasmus, por exemplo);
• Inglês avançado (factor eliminatório);
• Disponibilidade para mobilidade internacional;
• Bons conhecimentos de Ferramentas Office;

Cursos:

o Engenharias (Todas as especializações)
o Geologia
o Geofísica
o Física
o Arquitectura
o Administração
o Direito
o Economia
o Ciências Sociais
o Relações Internacionais
o Comércio Exterior
o Comunicação (Relações Públicas, Jornalismo, Comunicação Social e Publicidade)
o Marketing
o Contabilidade
o TI
o Matemática
o Estatística
o Psicologia

Etapas do processo de seleção:
• Inscrições pelo site entre 15 de Junho e 15 de Agosto
• Testes on-line.
• Etapas presenciais:
o Dinâmica/entrevista
o Business game;
o Teste Oral de Inglês;
o Entrevista final com o Comité Executivo do Grupo Andrade Gutierrez

Duração do programa: 18 meses

O Grupo Andrade Gutierrez é um dos maiores grupos multinacionais brasileiros, com uma história de 63 anos. Uma organização que começou como uma construtora e, hoje, está consolidada como um grupo global de investimentos – em Engenharia e Construção, Telecomunicações, Participações Públicas e Privadas, Logística de Saúde, Energia e Desenvolvimento de Novos Negócios.

200 despedidos da OPWAY

A empresa de construção OPWAY, do grupo Espírito Santo, decidiu despedir cerca de 200 colaboradores.

Este despedimento colectivo deve-se, segundo eles à “contracção do investimento público e privado em infra-estruturas, constrangimentos no financiamento da economia e nos atrasos dos prazos de recebimento” e ao consequente “agravamento da situação financeira das empresas que actuam no sector da construção”.

A OPWAY é apenas mais uma das grandes empresas portuguesas a passar por dificuldades.

Atendendo a que esta empresa tem cerca de 650 colaboradores, estes despedimentos vão provocar uma redução de 1/3.

Recorde-se que esta empresa nasceu em 2008 fruto da fusão da OPCA e SOPOL. A primeira estava no mercado desde 1932.

Terá esta empresa futuro? Que empresas se seguirão?

O melhor site de empregos português

Todos sabem que cada vez está mais difícil para os engenheiros civis encontrar emprego. Daí que todas as ferramentas que nos ajudem a encontrá-lo devem ser considerados uma mais-valia.

O site Net-empregos é o considerado por muitos o melhor site de procura de emprego de portugal, contando com cerca de 64 500 empresas registadas.

Façam como eu e registem-se no site e recebam diariamente ofertas de emprego nesta nossa área e aumentem a probabilidade de encontrar emprego.

Para isso, basta inscreverem-se clicando aqui ou no banner em cima.

Oportunidades de emprego na Noruega

No âmbito das actividades promovidas pela rede EURES (integradas no IEFP), irá ser realizado no próximo dia 29 de Junho, a partir das 14h00 e no ISEL (Instituto Superior de Engenharia de Lisboa), o evento “Want to work as an Engineer in Norway?”.

Este evento visa:

– por um lado, alargar o leque de oportunidades de emprego ao dispor dos candidatos a emprego na área das Engenharias, possibilitando a diversificação das suas experiências de trabalho e a aposta numa carreira internacional;

– por outro, corresponder às necessidades identificadas de profissionais na área das Engenharias na Noruega (um país que vem, desde 2007, trabalhando com o EURES Portugal com algum sucesso na integração de profissionais neste domínio).

O evento contará com a presença de Conselheiras EURES da Noruega e de empresas norueguesas, a recrutar em diversos segmentos das Engenharias. O programa integrará:

– uma sessão sobre condições de vida e trabalho na Noruega;

– apresentações das empresas participantes;

– contacto directo entre candidatos e empregadores, em particular no âmbito das necessidades de recrutamento em divulgação;

– aconselhamento personalizado EURES aos participantes que o requeiram (sujeito a disponibilidade de agenda, a gerir face ao número de participantes).

No caso da Noruega, as necessidades de recrutamento na área das Engenharias não são de curto prazo, perspectivando-se que possam continuar a existir novos momentos de recrutamento (estando o próximo previsto para 21 e 22 de Outubro, em Aveiro, no âmbito dos Dias Europeus do Emprego).

Mais informamos que a seguinte notícia, bem como as necessidades de recrutamento específicas das entidades empregadoras no presente momento, se encontram em divulgação no Portal do IEFP, no NETemprego e no site nacional do EURES.

Para ver mais algumas informações, clique aqui.

O caso bicudo dos recém licenciados

Todos sabem que os recém licenciados (ou recém mestrados) são mal pagos, mas a culpa é de quem?

Na minha opinião, não é dos patrões. Eles têm que obter algum lucro e vão tentar ter a melhor competência pelo melhor custo. Porque é que haveriam de oferecer 1500 ou 2000 euros a um engenheiro acabado de sair da Universidade quando encontram alguém com as mesmas competências que aceita trabalhar por 750 euros (ou menos, mas aí já roça a exploração). Ponham-se também na posição do patrão.

Reparem ainda que quando saem da Universidade pouco ou nada sabem fazer. Ainda irão demorar algum tempo até entrarem nas rotinas.

“Pouco pão para muitos esfomeados” pode ser uma boa definição para este problema. Se há pouco pão para muitos esfomeados, quando a fome aperta, muita gente se oferece por migalhas.

Penso que já foi defendido aqui pelo administrador do blog que se devam reduzir as vagas no curso de Engenharia Civil. De facto, anualmente saem para o mercado de trabalho (ou para o desemprego) muitos mais engenheiros civis que o mercado consegue absorver. O curso de engenharia civil está a tornar-se banal e agora qualquer universidade ou instituto o tem (acho que até a escola de condução daqui da esquina tem o cursos de engenharia civil). Estão-se a criar sonhos a pessoas que serão destruídos. Muitos dos que estão a sair da universidade vão ter que ir para outras áreas que pouco ou nada têm a ver com engenharia civil.

Queria também deixar uma crítica aqueles estudantes que se fazem de coitadinhos com as novas regras das bolsas de estudo. Diziam que iam ter que desistir do curso porque não tinham forma de sobreviver com os cortes efectuado. Esses mesmos estudantes (e falo do que sei) são os mesmos que os apanhei muitas vezes na noite a gastar verdadeiras pipas de massa. São aqueles que residiam a 20 quilómetros da faculdade mas que alugaram um quarto ao lado da faculdade, etc.

Felizmente faço parte daquela fornada que saiu da universidade há 5/6 anos, quando ainda não se notava muito esta estagnação do mercado. Felizmente também fui para uma empresa sólida no mercado que praticamente não sente a crise dada a internacionalização.

Para quem ainda está a estudar dou-vos um conselho: apostem na formação em língua inglesa e francesa. Será um passo de gigante na vossa internacionalização!

Guest-post de: Pedro

Procura-se Engenheiro Civil…

…Inscrito na ordem dos advogados??!!

Cada vez estão mais exigentes estes anúncios de emprego para engenheiro civil! Obviamente que foi uma gaffe:

NOVOPCA em insolvência

A construtora NOVOPCA apresentou, no passado dia 19 de Abril um pedido de insolvência. No activo há mais de 64 anos, esta empresa destacava-se sobretudo nas grandes obras públicas, tais como pontes e auto estradas 

Foi apresentado no tribunal de Vila Nova de Famalicão um processo de falência, assim como um plano de recuperação. Poderá ter sido a morte de uma grande empresa de construção, sendo que o seu regresso ao activo vai depender muito dos credores.

Com cerca de 400 trabalhadores em 2009, esperemos que esta empresa consiga recuperar a sua “saúde”.

Sector da Construção em Queda

Já não é novidade para ninguém. O sector da construção civil está mal e é o que mais contribui para os elevados números de desemprego em Portugal. Desde 2008 perderam-se 72 mil postos de trabalho. Estes números foram disponibilizados pela Associação de Empresas de Construção, Obras Publicas e Serviços (AECOPS).

A mesma AECOPS, cita os dados divulgados pelo Instituto da Construção e Imobiliário (InCI), que diz que no espaço de um ano (de Abril de 2010 a Abril de 2011) 1369 empresas extinguiram-se. A Maior parte destas empresas que se extinguiram eram da zona do Algarve.

O investimento no sector da construção também continua em quebra fechando 2010 com uma redução de 5,8 por cento.

Universidade influencia empregabilidade?

Não sei se será consensual considerar que a universidade que se frequentou vai influenciar a empregabilidade ou não. A minha opinião é que a universidade é um factor importante.

Muitos defendem que estar inscrito na OE ou na ANET é a mesma coisa. Eu não concordo.

É um facto aceite por todos (penso eu) que o Instituto Superior Técnico (IST) e Faculdade de Engenharia da universidade do Porto (FEUP) são as faculdades portuguesas com maiores taxas de empregabilidade. Não raras vezes se vê em anúncios: “Procura-se Engenheiro Civil, FEUP ou IST”. Mas porquê que acontece isto?

Primeiro, porque estas universidades historicamente têm já um certo estatuto que as outras ainda não alcançaram. Depois, porque estão localizadas nos dois grandes centros urbanos do país (Lisboa e Porto).

As empresas vão preferir contratar um engenheiro cujo curso seja reconhecido pela Ordem dos Engenheiros (ou ANET). Mas se estão num curso que não é reconhecido, não desmotivem. Não vai ser por isso que não vão encontrar emprego.

Quanto às universidades privadas, tenho sérias dúvidas. Se eu fosse dono de uma empresa, nunca contrataria um engenheiro civil proveniente de uma universidade privada. Porquê? Por sei que existem alguns esquemas de facilitismo neste tipo de universidades, como o célebre caso do Engenheiro Sócrates. Mas que fique bem claro que não é regra geral.

Nota de curso influencia empregabilidade?

Penso que seja consensual que as notas que se tiveram ao longo do curso de Engenharia Civil não sejam importantes. Ou pelo menos que não sejam o mais importante.

No entanto, quem é convidado para dar aulas na universidade das duas uma: ou é realmente um bom aluno ou então tem uma cunha. Também quem ganha as bolsas de investigação são os melhores alunos. E quem vai para as maiores empresas no priemiro emprego são os melhores alunos.

Obviamente que as empresas querem os melhores nos seus quadros. E na engenharia civil isso não é excepção. Mas será que os melhores alunos serão aqueles que efectivamente são melhores engenheiros? Claro que não.
Existem muitos “crânios” que não sabem sequer o que é um nível. Ou para que serve. Existem também excelentes alunos que simplesmente não se adaptam à vida de engenheiro em obra.

Será o mercado de trabalho que encarregar-se-á de separar o trigo do joio. Assim, ao longo da vida profissional serão facilmente distinguíveis bons e maus engenheiros, não tendo isso uma correlação directa com a média do curso de Engenharia Civil. Por isso, não será de estranhar que um aluno que demorou quase a vida toda a acabar o curso seja um excelente engenheiro e que um que fez o curso em 5 anos com média 17 não o consiga atingir os mesmos padrões.

Também não será de estranhar que na busca de emprego um aluno de 10 ganhe a vaga a um aluno de 14. Porquê? Porque apresentou melhores capacidades técnicas, sociais e/ou organizacionais. Porque fez mobilidade no estrangeiro. Porque complementou a sua formação académica com um ou outro curso relevante. Ou então simplesmente porque engraçou com ele. A verdade é que a contratação de um engenheiro é quase como a compra de um melão. Nunca se sabe o que vai sair dali.

Algumas empresas nos seus anúncios obrigam a ter uma nota mínima para se concorrer. Isso limita muita gente a concorrer. Por isso se estás a estudar engenharia civil esforça-te para tirares boas notas, mesmo sabendo que isso não será garantia de emprego na área. Mas é um bom princípio. Pratica um desporto, socializa, ganha experiência de vida pois tudo isto será tido em consideração na contratação.

Em suma, as empresas ao analisarem um currículo pouco tempo perdem com a nota final do curso dando prioridade a outras competências. E a universidade em que se andou? Influencia? Isso fica para uma próxima análise.