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Primeira Engenheira Civil Portuguesa

A primeira engenheira civil portuguesa formou-se  na Academia Politécnica do Porto, antecessora da Universidade do Porto.

Rita de Moraes Sarmento, nascida em 1872 ingressou nesta instituição em 1887 (tinha 15 anos) no 1º curso de Engenheiros Civis de Obras Públicas.

Curiosamente, apenas teve uma colega do mesmo sexo no quinto ano.

Finalizado o curso, poderia exercer a a profissão de engenheira civil de obras públicas. No entanto, nunca chegou a exercer pois casou-se com António dos Santos Lucas, Tenente de Engenharia e Doutor em Matemática pela Universidade de Coimbra.

Era a filha mais nova de quatro filhas. Os pais, Rita de Cássia de Oliveira Moraes e Anselmo Evaristo de Moraes Sarmento, recebiam com frequência visitas de políticos e intelectuais da época como Teófilo Braga (padrinho da terceira filha), Oliveira Martins, Ramalho Ortigão, Camilo de Oliveira e Antero de Quental. O pai de Rita era jornalista, publicista e defensor dos ideais do Liberalismo. Era proprietário da Tipografia “Imprensa Portuguesa”, tendo sido fundador de diversos periódicos, entre os quais a “Gazeta Literária do Porto”.

Esta primeira engenheira civil portuguesa viria a falecer em 1931, com 59 anos de idade.

Virgínia Moura foi a segunda engenheira formada no Porto e a primeira licenciada pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

Universidade influencia empregabilidade?

Não sei se será consensual considerar que a universidade que se frequentou vai influenciar a empregabilidade ou não. A minha opinião é que a universidade é um factor importante.

Muitos defendem que estar inscrito na OE ou na ANET é a mesma coisa. Eu não concordo.

É um facto aceite por todos (penso eu) que o Instituto Superior Técnico (IST) e Faculdade de Engenharia da universidade do Porto (FEUP) são as faculdades portuguesas com maiores taxas de empregabilidade. Não raras vezes se vê em anúncios: “Procura-se Engenheiro Civil, FEUP ou IST”. Mas porquê que acontece isto?

Primeiro, porque estas universidades historicamente têm já um certo estatuto que as outras ainda não alcançaram. Depois, porque estão localizadas nos dois grandes centros urbanos do país (Lisboa e Porto).

As empresas vão preferir contratar um engenheiro cujo curso seja reconhecido pela Ordem dos Engenheiros (ou ANET). Mas se estão num curso que não é reconhecido, não desmotivem. Não vai ser por isso que não vão encontrar emprego.

Quanto às universidades privadas, tenho sérias dúvidas. Se eu fosse dono de uma empresa, nunca contrataria um engenheiro civil proveniente de uma universidade privada. Porquê? Por sei que existem alguns esquemas de facilitismo neste tipo de universidades, como o célebre caso do Engenheiro Sócrates. Mas que fique bem claro que não é regra geral.

Meningite Fulminante Mata Aluno FEUP

Um estudante de Engenharia Civil da FEUP, de 23 anos, faleceu vitima de Meningite Fulminante. Outra aluna da mesma faculdade continua internada.  Fontes ligadas à Faculdade de Engenharia afirmam que os dois casos não têm ligação.

O aluno recentemente falecido era finalista do curso de Engenharia Civil. Aos amigos e familiares o blogue Engenharia Portugal quer manifestar as mais sinceras condolências.

Dispensa Exame Admissão à Ordem dos Engenheiros

Lista de Universidades que dispensam prestação de provas de admissão à Ordem dos Engenheiros para o curso de Engenharia Civil:

Cálculo Média do Curso

O Engenharia Portugal disponibiliza uma útil folha de cálculo Excel para determinação da média final de curso. Esta útil ferramenta permite controlar a média e pode também servir como elemento de motivação.

De momento ainda só temos disponível as versões para alunos da FEUP (Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto) e UTAD (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro).

Se quiser partilhar uma versão da sua universidade, agradecemos.