Tag Archive for humor

Afinal a Matemática é Divertida…

… e há professores de matemática bem dispostos.

Como Fugir a uma Multa

Argumentação de um ‘engenheiro’ português que foi apanhado a 250 Km/h numa estrada onde o limite era de 70 Km/h:

“Ex.mo Sr. Dr. Juiz,

Meretíssimo:

Confirmo que vi na estrada a marca de 70 em números negros inscritos num círculo vermelho, sem qualquer informação de unidades.

Ora, como sabe, a Lei de 4 de Julho de 1837 torna obrigatório em Portugal o sistema métrico, e o Decreto 65-501 de 3 de Maio de 1961, modificado de acordo com as directivas europeias, define, como unidade DE BASE LEGAL, as unidades do Sistema Internacional, SI. Poderá confirmar tudo no site do Governo.

Ora, no sistema SI, a unidade de comprimento é o ‘Metro’, e a unidade de Tempo é o ‘Segundo’. Torna-se portanto evidente que a unidade de Velocidade é o ‘Metro por Segundo’. Não me passaria pela cabeça que um Ministério aplicasse uma unidade diferente infringindo as leis vigentes.

Assim sendo, os 70 Metros por Segundo correspondem, exactamente a 252 Km/h. Ora a Polícia afirma que me cronometrou a 250 Km/h o que eu não contesto. Circulava portanto 2 Km/h abaixo do limite permitido.

Esperando a aceitação dos meus argumentos, de V. Exa..

António Nogueira
(Engº Civil, IST) ”

Consta que isto é real e que não foi multado. Eu tenho sérias dúvidas.

(Enviado por e-mail)

E esta, hein?

Local: Algures em África

Intervenientes: Engenheiro Civil português e Operário de construção civil

Conversa: 

OP: – Dás-me as tuas botas?

ENG: – Não…

OP: – Dou-te a minha irmã em troca.

ENG: – :s 

A conversa é verídica. Realmente África é surreal…

Emprego Engenharia Civil

Eis um exemplo evidente de como está actualmente o mercado da construção em Portugal. Isto é um anúncio no maior site português de ofertas de emprego ( NetEmpregos):

Engenheiros Civis M/F – Vaga colocada no passado dia 03 de Fevereiro de 2011

Em virtude de termos recebido um número bastante elevado de emails, ao nosso anúncio publicado no passado dia 03 de Fevereiro e na impossibilidade de darmos resposta a todos eles atempadamente, vimos por este meio agradecer a todos os que enviaram o seu curriculum.

Neste momento a vaga já se encontra preenchida. Contudo, todos os emails recepcionados serão colocados na nossa base de dados interna, para eventuais vagas que venham a estar disponíveis.

O nosso muito obrigada.

Recursos Humanos

Link do anúncio aqui.

(Gentilmente enviado pela Liliana)

Humor: Carta ao Meu Picheleiro

“Caro Sr. Jacinto
Há duas semanas, abri-lhe as portas da minha intimidade, recebi-o de braços abertos e acabei por sair magoado. Usando a sua terminologia, encaro cada relação como uma empreitada chave na mão e tento garantir que tudo corra bem. Mas nunca aprendo. Pois bem, sr. Jacinto, considere-se o meu último professor, eu aprendi a lição.
Quero que saiba, sr. Jacinto, que eu conheci outro picheleiro. Sim, depois de tudo o que se passou entre nós, claro que não o ia chamar a si para me resolver o problema da sanita. Chamei uma empresa e enviaram-me um picheleiro muito bem parecido, transbordava alegria e simpatia e sabia lidar com os outros, fazendo-me sentir um verdadeiro homem. À entrada, o sr. Alves (é assim que ele se chama, para depois não me vir com cenas a perguntar quem é ele) tomou a iniciativa de me estender a mão e pediu-me licença para entrar. Meu Deus, quase perdi a respiração, percebi que tinha um cavalheiro à minha frente e não outro sr. Jacinto. Lembro-lhe que o senhor quando entrou em minha casa não me cumprimentou e nem limpou os sapatos no tapete. E quando chegou à casa de banho eu falava para si e você não me ligava nenhuma, como se pelo facto de eu nunca ter mexido em tubos, torneiras e chaves inglesas, eu não fosse suficientemente homem para si. Pois fique a saber, o senhor Alves até parou de martelar na parede só para eu acabar de falar. Um encanto! Enquanto o senhor me encheu o quarto de cimento e betumes, o senhor Alves trouxe dois panos e cobriu o chão antes de começar a trabalhar. Naquele momento, fiquei totalmente conquistado.
Sr. Jacinto, fique a saber que quem recorre a um picheleiro muitas vezes procura também um ombro amigo que o ouça na sua aflição e lhe dê atenção. Eu quis-lhe contar como descobri a fuga de água, o meu desespero e o senhor nem quis saber.
Mas o que mais me magoou no sr. Jacinto foi quando eu confundi uma anilha com uma bucha o senhor riu com desprezo e abanou a cabeça. Eu feito tolo, como sou demasiado dado, ainda lhe ofereci três cervejas. Claro que o álcool só ajudou a destruir a nossa relação, porque o sr. Jacinto depois das três cervejas até foi rude comigo, quando me berrou para não abrir a torneira e ainda usou expressões como “esta porra”. Pois fique a saber, enquanto não resolver o seu problema com o álcool, se calhar não será capaz de construir uma relação estável. Ao contrário de si, o meu novo picheleiro disse-me que só tomava um copinho à hora das refeições.
Por fora, sr. Jacinto, vê-se o que se é por dentro. O sr. Alves vinha vestido como se fosse para ir ao centro comercial, com um colete bege, uma camisa bordeux, a combinar com uma calcinha de ganga azul escura. É nestas pequenas coisas que se vê um picheleiro. O senhor vinha com umas calças rotas e uma camisola justa toda cheia de tinta, que não o favorecia nada. E sempre com aquele palitinho insuportável na boca. Apetecia-me limpar-lhe os dentes de uma vez com um fio dental e partir esse palitinho em mil bocados. O sr. Alves vinha com o cabelo curto e penteado, como eu gosto, com um bocadinho de gel, que dá aquela aparência húmida. Parecia um engenheiro. Saiba, sr. Jacinto, que engenheiro é aquele que parece. Você entrou-me cá duas vezes a casa com o cabelo cheio de pó e um boné da “Moutados” todo sujo de tinta e cimento.
Mas o pior de tudo foi quando o senhor me veio com a história que não era trolha, que era picheleiro. Eu só gostava de compreender onde acaba o trolha e começa o picheleiro. Se calhar para os outros o senhor já era trolha, mas para mim era só picheleiro. E quando eu o vi a partir um bocado de parede para puxar o tubo para fora, o senhor disse que isso é trabalho de picheleiro, mas quando eu lhe pedi para me substituir um azulejo, o senhor afirmou que isso é trabalho de trolha. Eu acho que o senhor tem duas personalidades e duas caras e o senhor é que tem problemas de identidade. E enquanto não for a um psicólogo tentar resolver isso, não será capaz de descobrir e assumir que tem um picheleiro e um trolha dentro de si. Pois fique a saber que no senhor Alves eu tenho um trolha, um picheleiro e um electricista. Sim, electricista, ele ainda me instalou uma tomada na parede. O Sr. Alves não é apenas o picheleiro mais educado e bem parecido que eu alguma vez conheci, é também um homem muito prendado e versátil.
Pois bem, sr. Jacinto, as coisas entre nós terminaram.
Até sempre

JB

Enviado por e-mail

Humor: Grande Obra de Engenharia

 

Esta “notável” obra de engenharia portuguesa pode ser visitada em Ermidas do Sado, Santiago do Cacém.

Humor: O Engenheiro

1. Um Engenheiro não é prepotente, ele está é rodeado de inúteis.

2. Um Engenheiro não tem o ego muito grande, o quarto é que é muito pequeno.

3. Não é que Eles queiram sempre ter a razão, os outros é que cometem sempre algum erro.

4. A um Engenheiro, não lhe faltam sentimentos, os outros é que são bébés chorões.

5. Um Engenheiro não tem a vida desorganizada, Ele só tem um ritmo de vida muito particular.

6. Um Engenheiro não vê o mundo, Ele muda-o.

7. Um Engenheiro não é um orgulhoso arrogante, os humanos é que simplesmente não entendem isto.

8. Um Engenheiro não é um ser frio e calculista, Ele simplesmente acha divertido passar por cima de pessoas comuns.

9. Um Engenheiro não é problemático, os usuários é que não entendem nada.

10. Um Engenheiro não é crítico, os erros das pessoas é que são muito evidentes.

11. Um Engenheiro não é um inútil para fazer tarefas diárias, a realidade é que as pessoas comuns gastam a sua energia valiosa em coisas fúteis, e um esfregão não necessita um planeamento muito complexo, e nem pode ser configurado.

12. Não é que o trabalho Os absorva, é que….do que é que eu estava a falar mesmo?

13. Um Engenheiro não comete erros, apenas testa os outros para ver se estavam a prestar atenção.

14. Não é que Eles se acham grande coisa, é que ELES SÃO!