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Orçamentação por videochamada? Já é possível…

A MELOM quer incentivar os portugueses a aproveitar e otimizarem o tempo passado nas suas casas. Como tal, a empresa líder em remodelação de imóveis em Portugal, acaba de lançar um novo serviço de orçamentação gratuita através de videochamada. Com esta nova funcionalidade, a MELOM pretende continuar a assegurar a resposta a potenciais clientes, lançando um serviço personalizado de aconselhamento e orçamentação à distância, em total segurança.

O novo serviço inclui o contacto personalizado de um técnico especializado na área da obra/remodelação solicitada, que poderá aconselhar o cliente à distância, bem como pedir e ajudar a obter informações (medidas, por exemplo) que possibilitem a apresentação de um orçamento. Assim, a MELOM pretende disponibilizar estimativas de orçamento e aproximá-las o mais possível do valor final, excluindo ao máximo a necessidade de uma visita ao local para efeitos de orçamento final.

Os orçamentos no novo formato poderão ser solicitados em qualquer altura, através do site da MELOM ou através do tlf. 210 332 477. Em 48 horas, o pedido será respondido pela unidade especializada mais indicada para esclarecer todas as questões e apresentar o orçamento.

“Este é um serviço que pretende motivar os portugueses a olharem as suas casas, numa altura em que é tão importante vivermos dentro delas. Pretendemos, sem comprometer a segurança dos clientes e dos profissionais, continuar a assegurar um aconselhamento especializado e o envio de orçamentos, sobre remodelações já sonhadas, anteriormente, e novas ideias, mas também sobre serviços necessários de pequenas intervenções, que podem melhorar substancialmente a qualidade de vida dentro de casa”comenta João Carvalho, diretor-geral da MELOM.

Assim, quem desejar realizar uma obra com a MELOM ou Querido Mudei a Casa Obras (para pequenas intervenções), poderá usufruir deste novo serviço de orçamentação e aconselhamento personalizados, à distância, usufruindo do apoio das cerca de 200 unidades MELOM e Querido Mudei a Casa Obras, de norte a sul do país

Quercus destaca natureza como aliada no combate às alterações climáticas

Na celebração do 50.º aniversário do Dia da Terra, a 22 de abril de 2020, a Quercus sublinha a importância da prevenção de catástrofes naturais, com impactes muito significativos na biodiversidade e nas populações locais e demonstra, com recurso ao projecto europeu ALICE, que esta prevenção pode ter como base soluções naturais. Em Portugal, o foco centra-se na região da bacia do Rio Paiva, assolada pelas cheias de dezembro passado e fogos recorrentes, que nos últimos dez anos atingiram mais de metade da sua área.

Numa altura em que a Comissão Europeia apresentou o Pacto Ecológico Europeu, reconhecendo a importância de uma nova estratégia de crescimento mais verde e mais sustentável da UE e em que a ONU declara a próxima década como a Década para a Restauração dos Ecossistemas, potenciando um combate mais eficaz contra os impactes das alterações climáticas e da perda de biodiversidade, surge o projecto ALICE (http://project-alice.com) que visa melhorar a gestão das paisagens atlânticas, potenciando o uso de soluções baseadas na natureza para melhorar os serviços de ecossistema e a biodiversidade.

Para tal, aposta na implementação de Infraestruturas Azuis e Verdes (IAVs), como a gestão da floresta (recuperação da mata ripícola ou a reintrodução de floresta autóctone em áreas ardidas), entre outras, para prevenir e minimizar problemas relacionados com a qualidade e quantidade da água, proliferação de espécies invasoras, risco de incêndio e os efeitos das alterações climáticas.

Através de uma abordagem participativa, sob a forma de workshops, que envolve entidades e agentes locais e promove a troca de conhecimentos com os cientistas, é possível identificar, não só as potenciais soluções baseadas na natureza a introduzir na região e os seus principais benefícios, mas também os obstáculos para a sua implementação do ponto de vista da governança, do comportamento sociocultural, do conhecimento técnico e do financiamento.

Até ao momento decorreram já dois workshops, dinamizados pela UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro com o apoio da Quercus. Na sequência destes, diversas entidades locais públicas e privadas das áreas de gestão da floresta, administração, turismo, ONGs, entre outras procederam à avaliação e seleção das IAVs mais adequadas para resolver os problemas ambientais prioritários identificados no primeiro workshop, tendo em conta as dinâmicas populacionais e os usos do solo no território. O terceiro e último workshop permitirá aos participantes conhecer os resultados gerados pelo projeto para o caso de estudo português e, com base nestes, discutir os cenários mais favoráveis a desenvolver na região.

A equipa multidisciplinar do projecto está actualmente a desenvolver diversos modelos de previsão da alteração na oferta de serviços de ecossistemas e biodiversidade, face à evolução do uso do solo e à capacidade de resposta às alterações climáticas, procurando perceber os benefícios gerados pela introdução de estruturas azuis e verdes à escala da bacia hidrográfica. Os modelos serão incorporados numa plataforma multimodelo user-friendly (K.Lab), direccionada aos decisores políticos, gestores do território e a todos os que pretendem avaliar a resposta dos ecossistemas e o efeito na oferta dos seus serviços (como a purificação da água ou a mitigação de eventos extremos) e na biodiversidade, face a diferentes cenários, bem como perceber o potencial de investimento na implementação de estruturas azuis e verdes.

Gabriel Couto vai construir aeroporto em Moçambique

O Grupo Gabriel Couto foi seleccionado para construir um Aeródromo em Moçambique como parte do plano da ANADARKO Moçambique Área 1, Limitada (AMA1) para desenvolver um parque industrial para o processamento de gás natural liquefeito (LNG) na península de Afungi (distrito de Palma, província de Cabo Delgado).

A construção deste novo Aeródromo em Moçambique está localizada perto da cidade de Palma, província de Cabo Delgado, e apoiará os desenvolvimentos dos projetos de LNG de Moçambique (Área 1) e LNG do Rovuma (Área 4).

O contrato celebrado entre a Gabriel Couto e a ANADARKO (AMA1) compreende a concepção e construção de uma pista para operar aeronaves até ao Boeing 737, e incluirá uma pista de 2300 m de comprimento, além da construção de um terminal para 150 passageiros e outros edifícios de apoio à pista de aterragem. Esta infraestrutura também será dotada de todo o equipamento de navegação aérea correspondente.

O prazo total do projecto é de 21 meses, englobando duas fases diferentes. A primeira fase contemplará a construção de uma pista de 1600 m de extensão, dimensionada para operar uma aeronave Embraer ERJ-145, uma área de estacionamento para quatro aeronaves e um helicóptero, além da construção do terminal de passageiros, vias de acesso e estacionamento. A segunda fase incluirá a extensão da pista até 2300 m, aumentando a capacidade operacional do Aeródromo para aeronaves e aviões, como o Boeing 737.

Além do descrito acima o contrato inclui também todo o fornecimento de equipamentos de navegação, escadas de acesso às aeronaves, atrelados de apoio e equipamentos de transporte de bagagem.

«Trata-se da primeira empreitada da Gabriel Couto no âmbito do sector do Oil & Gas, sector da Engenharia reconhecido como dos mais exigentes do ponto de vista de padrões de Segurança e Qualidade. É um contrato em modelo EPC (Engineering, Procurement & Construction), onde a  Gabriel Couto desenvolveu todo o modelo e conceção do projeto até à sua operação, incluindo o seu faseamento para que no curto prazo comecem a aterrar aviões em Afungi, Palma», refere Tiago Couto, Director desta construtora, que adianta ainda:

«Ganhar um contrato EPC desta dimensão e neste sector é ver reconhecido todo o trabalho e esforço desenvolvidos por uma excelente equipa multidisciplinar, que se encontra ao nível das maiores e melhores construtoras mundiais.».

“No mercado internacional, continuamos muito focados nos mercados onde a empresa já se estabeleceu, nomeadamente na América Central, e em especial nas Honduras, em que o projeto em curso (de valor aproximadamente de 80 milhões de euros) está a atingir a velocidade de cruzeiro, bem como em África, particularmente na Zâmbia, e agora em Moçambique onde reforçamos a nossa posição. Estamos já presentes em três continentes, 10 países e operamos em mercados com 4 diferentes línguas (Português, Inglês, Francês e Castelhano) realçando assim o vigor da vertente exportação e internacionalização, presentes no Grupo GABRIEL COUTO.”, salienta Carlos Couto, CEO da construtora sediada em V.N. de Famalicão, a qual prevê para este ano um volume de negócios global a rondar os 125 milhões de euros, dos quais 55 M€ são em Portugal.

Numa altura em que o Grupo Gabriel Couto está a celebrar os 70 anos de existência e operações, este marco fica registado com o alargamento de novos horizontes para esta construtora, deixando antever um futuro promissor para uma empresa que se “mantém na senda da excelência e do empreendedorismo”, acrescenta Carlos Couto.

 

Atenção: 110 vagas na Mota-Engil!!!

A Mota-Engil, maior empresa de construção do país, lançou programa de trainees com 110 vagas. Esta é a 7ª edição do seu programa para Trainees, designado Star@ME.

“Num contexto de crescimento, o Grupo Mota-Engil procura atrair, identificar e seleccionar jovens com elevado potencial e ambição para abraçar novos desafios, oferecendo um conjunto de oportunidades de emprego em diversas áreas e em diferentes países”, pode ler-se num comunicado.

Os trainees terão uma experiência de trabalho no terreno e ainda um plano de formação em sala, complementado com um programa de ‘mentoring’ com profissionais seniores do Grupo Mota-Engil.

Os candidatos deverão ter Licenciatura e/ou Mestrado nas áreas de: Engenharia Civil, Engenharia Mecânica, Engenharia Eletrotécnica, Engenharia de Minas, Engenharia Geotécnica e Geoambiente, Engenharia Geológica, Engenharia do Ambiente, Engenharia e Gestão Industrial, Engenharia Topográfica, Economia/Gestão, Contabilidade, Arquitectura e Recursos Humanos.

As candidaturas podem ser feitas através deste link.


Mota-Engil ganha obras de 138 milhões

 

 

 

 

 

 

 

A Mota-Engil anunciou a assinatura de “dois contratos para a reabilitação e manutenção de cerca de 340 quilómetros de estrada, no Uganda”, revela a empresa em comunicado emitido para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Estes contratos serão celebrados com a Mota-Engil África e serão “financiados pelo Banco Mundial”, adianta a mesma fonte.

No total, o valor dos contratos ascende a 138 milhões de euros. As obras “decorrerão entre Tororo e Kamdini, duas localidades na região central do país.”

“Com esta adjudicação, a Mota-Engil reforça a sua carteira de encomendas no médio prazo, continuando a diversificar o portefólio de obras na região de África”, adianta o comunicado.

Há um projecto português na shortlist do maior evento internacional de arquitectura

O edifício “Metamorphosis”, sede para Angola da construtora portuguesa Conduril Engenharia S.A, está entre os projectos seleccionados para os prémios do “World Architecture Festival 2018”, considerado o maior evento internacional de arquitectura. Nomeado na categoria de edifícios de uso misto, o projecto candidato é da autoria do atelier de arquitectura da unidade de franchising MELOM Power.

A equipa de projectistas da MELOM Power estará presente em Amesterdão para apresentação do projecto no evento internacional de arquitectura, que terá lugar de 28 a 30 de Novembro, competindo pelo prémio final da categoria e igualmente para a nomeação para “World Building of the Year”, ao lado de grandes nomes da arquitectura mundial como Zaha Hadid Architects, OMA, Big, MK27 e EAA-Emre Arolat Architecture.

Erguido na cidade de Luanda, corporizado sob o lema da construtora ‘”ligado ao passado, projectado para o futuro”’, o edifício “Metamorphosis” tem cerca de 6.500 m2 de área bruta que albergam as mais diversas funções essenciais à prática da empresa no país, nos pisos que o compõem. Desenvolvido pela MELOM Power como objecto urbano promotor de mudança, o edifício a concurso encontra-se instalado sobre um parque urbano construído acima da cota original do terreno, que cria um embasamento funcional e possibilita que o lote ‘saia da sombra’ causada pelos edifícios vizinhos, ao mesmo tempo que permite aos utilizadores a vivência terrena e o contacto com a natureza numa cidade preenchida de construção em massa e com poucos espaços exteriores qualificados.

É ainda conceito e parte integrante do processo, a transposição do parque urbano para os pisos superiores, através de jardins verticais e pátios que povoam a volumetria e são parte integrante da estrutura do edifício, trazendo a vegetação para a construção em altura.

A unidade MELOM Power, sediada no Porto conta com uma equipa com 10 anos de experiência na elaboração e gestão de projectos no mercado da remodelação, reabilitação, reconstrução e construção de imóveis, fazendo parte da rede líder de obras em Portugal.

Veja algumas fotos do edifício:

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Reconversão de edifício do século XIX dá lugar a habitação e comércio na Baixa do Porto

Projecto de reabilitação urbana prevê casas com áreas para venda entre os 47m2 e os 99m2 e para arrendar entre 80m2 a 136m2, bem como duas lojas comerciais no rés-do-chão com 75m2 e 139m2.

O edifício mandado construir no início da segunda metade do século XIX pelo Professor Doutor Adriano de Paiva de Faria Leite Brandão,1.o Conde de Campo Bello, pioneiro da Telescopia Eléctrica, está a ser reconvertido no empreendimento Casa das Oliveiras.

Localizado no número 3 do Largo Alberto Pimentel, em Cedofeita, uma das artérias mais emblemáticas do Centro Histórico do Porto, o projeto, autoria da Arquitecta Isabel Vincke, preserva a identidade do imóvel orientado agora para habitação e comércio. A comercialização está a cargo da Predibisa, consultora imobiliária especializada no norte do país.

Composto por oito apartamentos, distribuídos por quatro pisos, o edifício dispõe de apartamentos T0, T1, T2, T2 Duplex e T3, cinco deles disponíveis para venda e três para arrendamento. As áreas totais das habitações para venda oscilam entre os 47m2 e os 99m2, com preços a partir de 229 mil euros. Por sua vez, as casas para arrendar têm áreas compreendidas entre 80m2 e os 136m2. Os dois espaços situados no piso térreo têm como fim a actividade comercial e agregam áreas de 90m2 e 139m2.

De construção tradicional, o edifício apresenta todas as características de um prédio do Porto do século XIX, com fachadas e paredes de meação em alvenaria de pedra, estrutura dos pisos em travejamento de madeira revestido a soalho maciço e escadaria central em madeira. Dado o bom estado de conservação, o projecto de reabilitação prevê a conservação da traça original do edifício, adaptando-o agora ao conforto de habitação moderna, próprio para famílias, com jardim privativo e possibilidade de estacionamento. Está enquadrado numa zona fortemente comercial e caracterizada pela modernização nos últimos anos, fruto da incidência de outros projectos de reabilitação, que têm acrescentado valor à paisagem urbana envolvente.

Para Madalena Macedo Pinto, responsável Predibisa pelo negócio “Casa das Oliveiras é um produto imobiliário singular. Trata-se de um projecto de reabilitação em pleno coração do Porto, que combina herança histórica com oferta residencial contemporânea. A centralidade, o cuidado que envolveu toda a reconversão do edifício e a exclusividade dos apartamentos, fazem desta uma excelente oportunidade de investimento no Porto, uma cidade cada vez mais cosmopolita”. A consultora acrescenta ainda que “uma oferta cultural e de lazer diversificada, a proximidade de valências como zonas de comércio, serviços, equipamentos de ensino e rede de transportes públicos, fazem desta a morada ideal para quem pretende viver ou investir na Baixa, nomeadamente famílias e casais jovens ou até mesmo estrangeiros temporariamente deslocados em trabalho”.

Empresas de Braga estão a contratar para para Lisboa, Porto e Estrangeiro

O Grupo ABB (Alexandre Barbosa Borges), empresa com sede em Braga, está à procura de engenheiros civis para Porto e Lisboa. Eis o perfil pretendido:

Director de Obra (Porto e Lisboa) :

  • Mestrado/Licenciatura em Engenharia civil;
  • Experiência entre 3 e 5 anos em direção de obra de construção civil;
  • Conhecimentos de Autocad, CCS, Project e Office;
  • Carta de condução obrigatória;
  • Elevado sentido de responsabilidade e organização;
  • Orientação para o cliente;
  • Zonas de Lisboa e Porto;
  • Disponibilidade imediata.

Há também vagas para Eng. Mecânico, Orçamentista, Encarregado, entre outros.

Saiba mais clicando na foto com nome da empresa.

 

A empresa Casais, também com sede em Braga também tem muitas vagas disponíveis. Para engenheiros civis há as seguintes oportunidades para os seguintes perfis:

Director de Obra (Lisboa)

Requisitos:
Formação superior em Eng. Civil;
Inscrito Ordem Engenheiros;
Experiência no mínimo de 3 anos na função;
Residência em Lisboa (preferencial);
Espírito de iniciativa e rigor profissional;
Organizado, grande foco no cumprimento de objectivos
Disponibilidade imediata

 

Director de Obra Cofragens (Lisboa)

Requisitos:

Formação superior em Eng. Civil
Experiência no mínimo de 5 anos, idealmente em cofragens e estruturas de betão
Residência em Lisboa (preferencial)
Elevada flexibilidade e facilidade na comunicação;
Foco no cumprimento de objectivos
Disponibilidade para deslocações nacionais (Lisboa e Algarve)

 

Director de Mercado (Alemanha)

Requisitos:
– Formação superior em Engenharia Civil
– Experiência profissional no sector da construção civil na Direcção de Obra no mínimo de 5 a 10 anos
– Conhecimentos na área das estruturas de cofragem e betão
– Forte apetência comercial
– Fluente em alemão (falado e escrito) – Obrigatório
– Bons conhecimentos de inglês
– Bons conhecimentos de Excel, Project e AutoCad
– Capacidade de comunicação e interacção com clientes
– Disponibilidade para residir na Alemanha num projecto de médio/longo prazo

 

Director de Mercado (Argélia)

Requisitos:

– Formação superior em Engenharia Civil;
– Experiência profissional no sector da construção civil e obras públicas no mínimo de 10 anos;
– Conhecimentos na área das empreitadas gerais;
– Forte apetência comercial;
– Fluente em francês (falado e escrito);
– Excelente capacidade de comunicação e de relacionamento interpessoal;
– Excelente capacidade de liderança, gestão de equipas e conflitos;
– Boas competências de planeamento e de gestão de tempo e de prioridades;
– Sólidas competências técnicas e financeiras (orçamentação e controlo de custos);
– Bons conhecimentos de informática na ótica do utilizador Microsoft Office e MS Project;
– Disponibilidade para residir na Argélia num projecto de médio/longo prazo.

 

Director de Obra Estruturas Metálicas (Angola)

Requisitos:
Formação superior em Eng. Civil ou Eng. Mecânica
Inscrito Ordem Engenheiros
Experiência mínima de 2 anos em orçamentação e direção de obra de serralharias de ferro e aço inox, estruturas metálicas e revestimentos metálicos
Espírito de iniciativa e rigor profissional
Conhecimentos de Ferramentas MS Office, AutoCad, MsProject
Bons conhecimentos de inglês
Organizado, grande foco no cumprimento de objetivos
Interesse em carreira internacional a médio longo prazo

 

Saiba mais clicando na foto com nome da empresa.

 

Obra de 134 Milhões de euros em Portugal

O Primeiro-Ministro vai lançar esta segunda feira concurso para aquela que será a maior obra deste mandato: a requalificação do IP3.

Estas tão reclamadas obras de melhoria na ligação rodoviária entre Viseu e Coimbra no IP3 servirão  para acabar com os elevados índices de sinistralidade rodoviária desta via.

Esta via não será portajada nem sequer concessionada.

A duplicação que iria ser necessária para dotar o traçado com duas vias em cada sentido não poderá ser executada em todos os 75 quilómetros de extensão do percurso, pelo que só 85% deste ficará com perfil de auto-estrada. Mesmo assim, os estudos do governo apontam para uma expressiva redução da sinistralidade e para uma diminuição do tempo de percurso na ligação entre Coimbra e Viseu, que hoje se faz em 65 minutos, em cerca de 22 minutos.

Vai ser feito o lançamento do primeiro concurso para a empreitada de reabilitação do primeiro de três troços, e que implica a intervenção em cerca de 14 quilómetros, entre o Nó de Penacova e a Ponte do rio Dão /Nó da Lagoa Azul. Para as obras neste primeiro troço (que deverão arrancar no primeiro semestre de 2019) o orçamento previsto é de 15 milhões.

Será também anunciado o concurso para a execução da duplicação da via entre Coimbra (Souselas) e Viseu.

O investimento global da obra será de 134 milhões de euros. E o primeiro troço a avançar é aquele que não vai beneficiar da duplicação da faixa. por razões orográficas.

De acordo com o projecto da Infraestruturas de Portugal, cerca de 3% do traçado do “novo” IP3 vai manter o perfil de apenas uma via em cada sentido. Cerca de 12% do traçado terão um perfil 2×1, ou seja, terão em algumas faixas, duas vias de circulação, e uma na outra. A velocidade de circulação permitida não poderá ultrapassar os 90 quilómetros/hora.

 

Nacala Holdings compra Ramos Catarino

A Nacala Holdings, liderada por Gilberto Silveira Rodrigues, adquiriu 100% do capital do Grupo Ramos Catarino. Prosseguindo a política de diversificação, consolidação e crescimento do grupo de empresas com implantação à escala global a que preside, a Nacala Holdings assume simultaneamente com esta aquisição uma vocação local mais forte, já que passa a contar no seu portfólio com uma empresa de construção especializada e com provas dadas na reabilitação urbana de elevada capacidade técnica.

A origem do Grupo Catarino remonta a 1949 e a sua constituição como empresa do sector da construção civil e obras públicas data de 1979. Neste momento, o Grupo Ramos Catarino engloba um conjunto de empresas que actuam nos sectores da construção, home interior e hotel interior, tendo o seu processo de internacionalização sido iniciado em 2006, com o início da actividade em Espanha, prosseguido a partir de 2012 em França e no Reino Unido.

Em março deste ano, os irmãos Vítor e Jorge Catarino haviam readquirido uma participação de 75% na empresa ao Fundo Vallis, regressando assim ao grupo que em 2016 tinha passado a ser gerido pela estrutura criada para a recuperação de empresas do sector da construção. Pouco mais de dois meses e meio depois, a família Catarino chegou a acordo com a Nacala Holdings, detida por Gilberto Rodrigues e Pedro Antelo, respectivamente CEO e CFO do Grupo Elevo, para a alienação da totalidade do capital do grupo.

Com a entrada na Ramos Catarino, a Nacala Holdings passa a ser a proprietária do Grupo Elevo (desde setembro de 2017), da Opway (desde dezembro de 2017) e da Ramos Catarino (maio de 2018), atingindo assim um grau de especialização único em Portugal com know-how, capacidade operacional e inovação em todos os ramos da engenharia e da construção. Com uma carteira de obras de elevado valor e interesse estratégico, a Ramos Catarino é líder na recuperação dos centros históricos das cidades e vilas de Portugal, contribuindo activamente para a preservação e valorização dos seus edifícios públicos e privados.